Fundação Padre Anchieta

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Gisele Coutinho – Da Cenarium

MANAUS – O Partido Democratas (DEM) e o Partido Social Liberal (PSL) devem oficializar a fusão das siglas, nesta semana. Uma das primeiras etapas rumo à união das legendas aconteceu na noite da terça-feira, 21, onde a Executiva Nacional do DEM reuniu líderes nacionais para discutir a pauta de unificação, aprovada por 40 votos favoráveis e nenhum contrário.

Segundo os condutores de ambos os partidos, o plano é que a fusão aconteça até o mês de outubro. Nessa quinta-feira, 23, o próprio presidente do DEM, ACM Neto, declarou durante um evento que ”mais de 90% do caminho já foi percorrido”. O nome do novo partido ainda não foi divulgado, mas ACM afirma que será “o maior do país”.

Um dos participantes durante o encontro de líderes nacionais do DEM foi o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que, inclusive, é pré-candidato à Presidência da República pelo DEM. “Tem, em um primeiro momento, uma boa vontade. Agora, tem que ver como é a governança do novo partido, como delibera. O DEM é um partido muito de colegiado, o PSL é muito concentrado”, declarou o ex-ministro ao Estadão.

Números

A fusão ainda vai passar por diversos debates, para que de fato seja concretizada. Com isso, o mais novo partido político vai dispor da maior bancada da Câmara, com 81 deputados, além de sete senadores e três governadores. Além disso, também vai dispor de maior tempo de rádio e televisão na campanha de 2022, seguido de um dos maiores fundos eleitoral e partidário.

Segundo articuladores da fusão partidária, a oficialização no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode acontecer até meados de fevereiro de 2022. Além disso, as regras eleitorais permitem que um deputado pode trocar de partido fora do período da” janela”, sem consequentemente perder o mandato, caso a nova legenda escolhida seja resultado de fusão, com isso, o novo partido será um atrativo para àqueles políticos insatisfeitos com as atuais legendas.

Após a fusão, a presidência do partido passa a ser exercida pelo presidente nacional do Partido Social Liberal e deputado federal por Pernambuco, Luciano Bivar. No entanto, Bivar teria exigido que o novo partido não faça parte da base de apoio ao atual governo, além de exigir que a legenda barre qualquer tentativa de filiação do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido).