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Bruno Pacheco – Da Revista Cenarium

MANAUS — Uma matéria-prima considerada mais sustentável e econômica quando usada como combustível, o gás natural terá o mercado expandido no Amazonas. Nesta segunda-feira, 21, o governador Wilson Lima assinou um protocolo de intenções visando estudar a viabilidade do uso do produto em embarcações, veículos e em prédios de Manaus.

Segundo o governador, a parceria também busca ampliar o acesso aos benefícios do combustível para a população amazonense, por meio da cooperação da Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), reduzindo ainda o consumo da energia elétrica e seu custo para as pessoas.

“É um passo importante que nós estamos dando no conceito de sustentabilidade e também do uso das nossas riquezas, que é, principalmente, a questão do gás natural. Ao longo de muitos anos havia um monopólio no Amazonas e nós, com muita luta e trabalho, tivemos a coragem de quebrar isso. Hoje, o Estado está entre os três maiores do Brasil em regulação de gás. Antes éramos o último e a gente avança para ser o primeiro”, destacou o governador.

Wilson Lima afirmou ainda que o governo abre a possibilidade de exploração do gás natural no Campo do Azulão, na reserva de Autazes, a 111 quilômetros de Manaus, onde a Eneva S.A. tem uma Unidade de Tratamento de Gás (UTG). O governador estima que novos empreendimentos busquem se instalar no Amazonas para uso da matéria-prima.

“Nada mais justo do que a gente utilizar esse gás natural para a gente caminhar na solução de alguns problemas e também na diminuição de custos, principalmente, de energia elétrica”, frisou o governador Wilson Lima.

Cigás

Segundo o diretor-presidente da Cigás, René Levy Aguiar, o protocolo de intenções terá como maior beneficiado a população amazonense, proporcionando melhor qualidade de vida e maiores vantagens econômicas.

“Hoje temos noção disso, pois 70% da energia produzida na cidade de Manaus é por meio do gás natural. As termelétricas que antes utilizavam óleo diesel para geração de energia, hoje usam o gás natural, o que significa que, além da questão ambiental favorável, por ser um produto muito menos poluente que os outros combustíveis fósseis, acaba sendo mais barato”, salientou René Aguiar.