Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Unsplash
Unsplash

A projeção de inflação para 2025 foi reduzida pela sexta semana consecutiva, de 5,20% para 5,18%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Banco Central (BC). 

A estimativa permanece acima do teto da meta perseguida pela autoridade monetária, que é de 4,5%. A pesquisa semanal reúne expectativas de mais de 100 instituições financeiras para os principais indicadores da economia brasileira.

Apesar da revisão para baixo, o índice segue pressionado e reforça o cenário de descumprimento da meta, o que obriga o BC a justificar o resultado ao Ministério da Fazenda caso o IPCA acumulado em 12 meses fique fora do intervalo por seis meses consecutivos. Em maio, o índice fechou com alta de 0,26%, acumulando 5,32% em 12 meses.

Leia também: Trump promete tarifa adicional de 10% para “qualquer país que se alinhar às políticas do Brics”

Inflação segue acima do teto da meta

Para os próximos anos, o mercado manteve as projeções anteriores: 4,50% em 2026, 4% em 2027 e 3,80% em 2028, esta última ligeiramente abaixo da estimativa anterior de 3,83%. Desde janeiro de 2025, vigora o novo sistema de meta contínua de inflação, que exige avaliação mensal do IPCA acumulado.

A meta central é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, entre 1,5% e 4,5%. O índice de junho será divulgado na quinta-feira (10), e o mercado espera variação de 0,23%.

Juros

A taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, deve se manter nesse patamar até o fim de 2025. A previsão é reflexo da última decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que elevou os juros em 0,25 ponto percentual no mês passado. Essa foi a sétima alta consecutiva, em um ciclo de aperto monetário motivado pelas incertezas econômicas.

Para os anos seguintes, o mercado projeta queda gradual da taxa: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028. A política monetária do BC busca conter a inflação ao reduzir a demanda da economia, mas juros elevados também encarecem o crédito e dificultam o crescimento.

PIB

A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 subiu de 2,21% para 2,23%, conforme o novo relatório Focus. A expectativa para 2026, por outro lado, caiu levemente de 1,87% para 1,86%. Para 2027 e 2028, a estimativa de crescimento permanece em 2%.

Câmbio e outros indicadores

A cotação do dólar deve encerrar 2025 em R$ 5,70, conforme a projeção mantida pelo mercado. Para 2026, houve leve recuo na estimativa, que passou de R$ 5,79 para R$ 5,75. As previsões para os anos seguintes seguem em R$ 5,75 (2027) e R$ 5,80 (2028).

A balança comercial deve registrar superávit de US$ 73 bilhões em 2025, com leve queda na projeção para 2026, de US$ 78 bilhões para US$ 77,97 bilhões. Para 2027 e 2028, o mercado espera saldos positivos de US$ 80 bilhões e US$ 81,10 bilhões, respectivamente.

Leia mais: Mais de 80 mortes são confirmadas após enchentes atingirem o Texas, nos Estados Unidos