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Reprodução/ Facebook: /Mamonas Assassinas
Reprodução/ Facebook: /Mamonas Assassinas

No dia 23 de junho de 1995, o Brasil conhecia oficialmente um dos maiores fenômenos da música nacional. O lançamento de "Mamonas Assassinas", álbum de estreia que levava o nome do grupo, e completa 30 anos nesta segunda-feira (23).

Com uma mistura irreverente de rock, pop, sertanejo, pagode, heavy metal e música portuguesa, tudo embalado por muito bom humor e letras recheadas de duplo sentido , o grupo rapidamente conquistou o país.

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O disco vendeu mais de 3 milhões de cópias, um número impressionante para a época, e transformou os cinco jovens de Guarulhos em estrelas instantâneas.

Faixas como “Pelados em Santos”, “Robocop Gay”, “Vira-Vira”, “Sabão Crá-Crá” e “Uma Arlinda Mulher” não apenas dominaram as paradas de sucesso, mas também se tornaram parte da cultura pop brasileira, atravessando gerações.

Os Mamonas não foram apenas uma banda de humor. Foram um símbolo de irreverência, criatividade e liberdade artística nos anos 1990, rompendo padrões e trazendo leveza em tempos difíceis.

Divulgação


Para Jorge Santana, CEO da Mamonas Assassinas Produções e primo de Dinho, vocalista do grupo, a data reforça o quanto o legado da banda segue mais vivo do que nunca.

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“É emocionante ver que, mesmo depois de 30 anos, as músicas dos Mamonas continuam tocando nas rádios, nas festas e na vida das pessoas. Eles fizeram história, deixaram um legado de alegria e irreverência, e é uma honra poder seguir cuidando dessa memória, mantendo esse nome vivo no coração dos fãs e das novas gerações”, destaca.

Infelizmente, menos de um ano após o lançamento, a história do grupo foi interrompida de forma trágica: em 2 de março de 1996, um acidente aéreo vitimou todos os integrantes. Ainda assim, o legado permanece vivo nas músicas, nos fãs e na memória afetiva de milhões de brasileiros.

Três décadas depois, o álbum dos Mamonas Assassinas segue atual, provocando risadas, nostalgia e reverência. Uma obra que parou no tempo, mas nunca no coração do Brasil.