Fundação Padre Anchieta

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Foto Nadja Kouchi/ Acervo TV Cultura
Foto Nadja Kouchi/ Acervo TV Cultura

Provoca, apresentado por Marcelo Tas, estreia nesta terça-feira (3) sua temporada de 2026 com a entrevista do humorista Rafinha Bastos. No programa, ele fala sobre como o medo da morte impulsionou seu amadurecimento, relembra a frustração com colegas após o conflito com a cantora Wanessa Camargo, comenta a relação com o filho, entre outros assuntos. A edição vai ao ar às 22h30, na TV Cultura.

Na entrevista, Rafinha Bastos reflete sobre a imagem pública que construiu ao longo da carreira. Ele comenta que, por muito tempo, alimentou uma personalidade mais agressiva e reclamona, mas sentiu, com a maturidade e o medo da morte, necessidade de se reinventar. “Eu estava um pouco cansado de mim mesmo. (...) [Tive] medo de chegar ao final [da vida] e eu ter basicamente mostrado apenas um recorte de quem eu fui”, revela.

Ele também relembra a polêmica envolvendo Wanessa Camargo, em 2011, e a decepção diante da falta de apoio dos colegas à época. “No momento que eu tinha os portais falando de mim, que eu estava prestes a ser suspenso, talvez demitido, muito exposto, naquele momento eu esperava que meus colegas estivessem, pelo menos, me ajudando, me defendendo”, diz. Ele ainda ressalta que não defende a piada feita na ocasião, mas esperava coleguismo. “Ele só fez uma piada ruim, mas a gente está junto e eu vou defender o direito dele fazer como ele sempre fez”, diz sobre o que queria ter ouvido de amigos.

Já ao falar sobre o filho, Tom, o humorista reflete que o distanciamento do menino em relação à sua imagem pública pode ser uma busca por identidade própria. “Eu sinto que ser filho do Rafinha não é uma coisa que empolga muito ele. (...) Acho que ele não gosta de ser filho de um cara famoso. Ele quer se encontrar. E eu respeito isso”, revela. Para ele, essa dinâmica o mantém com os pés no chão. “Me deixa humilde. Tipo assim: ‘Rafael, não é todo mundo que te ama. Tem, dentro da tua casa, alguém que quer que você só seja pai’”, conclui.