Longe dos holofotes, a carreira de ator também é marcada por fracassos, portas que não se abrem e projetos que não conseguem seguir adiante. No Provoca, Kiko Mascarenhas relembra algumas dessas experiências e fala sobre os desafios de permanecer na profissão.
Ao relembrar sua trajetória no teatro, ele conta que já passou por situações em que uma peça não conseguiu atrair público e chegou a entrar em cena sem ninguém na plateia. Foi o que aconteceu em uma apresentação de Todas as Coisas Maravilhosas, quando nenhum ingresso havia sido vendido. “E aí eu fui chorar”, conta Kiko.
A experiência reforçou uma percepção que ele carrega sobre a profissão: “O teatro é feito de fracassos. O fracasso é uma constante nessa profissão.” Para o ator, esses momentos fazem parte da trajetória de quem escolhe viver de teatro e precisam ser enfrentados ao longo da carreira.
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Kiko também questiona a ideia de que o talento, sozinho, é suficiente para construir uma trajetória. Ele conta que já viu pessoas muito talentosas desistirem, enquanto outras, com menos talento, persistiram e conseguiram se tornar atores. Para ele, a vocação e a disposição para continuar são fundamentais para permanecer na profissão.
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