A Polícia Civil de São Paulo atendeu ao pedido do Palmeiras e abriu um inquérito para investigar o ataque realizado com bombas e rojões na Academia de Futebol, ocorrido na madrugada de domingo (10). O caso será apurado pela 6ª Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).
Na segunda-feira (11), o clube protocolou junto às autoridades uma petição solicitando a investigação do caso, alegando que os atos configuram crimes de dano patrimonial, periclitação da vida e possível crime de incêndio, segundo o portal ge.
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Os ataques ocorreram antes da partida contra o Ceará, no Allianz Parque. Imagens que circulam nas redes sociais mostram um grupo de seis indivíduos vandalizando o local, lançando bombas e fogos de artifício contra o Centro de Treinamento da equipe.
Segundo reportagem do portal ESPN, o Palmeiras deseja que a principal torcida organizada do clube, a “Mancha Alvi-Verde”, seja investigada quanto à sua possível participação nos atos.
De acordo com o clube, na véspera do ataque, a organizada estendeu uma faixa na frente da sede social com os dizeres: “Paciência é o c*. Acabou a paz”.
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"O Palmeiras não se intimidará diante dos atos violentos praticados por um grupo de criminosos e irá até o fim para que os responsáveis sejam punidos com o rigor da lei", afirmou o clube em comunicado oficial.
Durante a madrugada deste domingo (10), vândalos atacaram covardemente a Academia de Futebol do Palmeiras, colocando em risco a integridade física dos atletas e demais colaboradores do clube que estavam no local em regime de concentração para o jogo contra o Ceará, pelo… pic.twitter.com/9lXIA89Frv
— SE Palmeiras (@Palmeiras) August 10, 2025
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