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Andressa Anholete/Getty Images
Andressa Anholete/Getty Images

Ministério das Relações Exteriores rebateu nota da Embaixada da China sobre publicação feita por Eduardo Bolsonaro na última terça-feira (24). Em comunicado, o Itamaraty classificou a declaração da embaixada como 'desrespeitosa' e 'ofensiva'.

Pelo Twitter, o deputado federal havia afirmado que 'equipamentos chineses são uma porta de espionagem para o regime asiático', ao explicar apoio do Brasil ao desenvolvimento de tecnologia 5G pelos Estados Unidos. 

Em resposta à Eduardo, a Embaixada da China afirmou que a declaração é 'infame'. Ainda, reiterou que, caso personalidades políticas brasileiras não deixem de 'seguir a retórica da extrema direita norte-americana', irão 'arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil'

O Itamaraty respondeu à nota dizendo que a comunicação entre agentes diplomáticos do Brasil e da China não deve ocorrer por meio de redes sociais, e que a declaração 'prejudica a imagem da China junto à opinião pública brasileira':

"Não é apropriado aos agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil tratarem dos assuntos da relação Brasil-China através das redes sociais. Os canais diplomáticos estão abertos e devem ser utilizados. O tratamento de temas de interesse comum por parte de agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil através das redes sociais não é construtivo, cria fricções completamente desnecessárias e apenas serve aos interesses daqueles que porventura não desejem promover as boas relações entre o Brasil e a China. O tom e conteúdo ofensivo e desrespeitoso da referida "Declaração" prejudica a imagem da China junto à opinião pública brasileira".