A China deu início, nesta quarta-feira (14), à redução de tarifas sobre produtos dos Estados Unidos de 125% para 10%, conforme acordo temporário firmado entre os dois países após negociações em Genebra, na Suíça. Em contrapartida, os EUA também começaram a baixar suas taxas sobre itens chineses, de 145% para 30%.
A medida tem validade inicial de 90 dias e marca uma pausa nas tensões comerciais que vinham se intensificando ao longo do ano. O Ministério das Finanças chinês oficializou a decisão na terça-feira (13), e o corte entrou em vigor à 1h01 pelo horário de Brasília.
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Além da redução das tarifas, Pequim cancelará a sobretaxa adicional de 91% aplicada anteriormente e se comprometeu a reverter restrições não tarifárias, como o bloqueio a exportações de terras raras e investigações contra empresas norte-americanas. Washington, por sua vez, eliminará parte das tarifas extras impostas em abril, mantendo outras por razões ligadas ao combate ao tráfico de fentanil.
O alívio nas barreiras comerciais teve impacto imediato nas bolsas asiáticas. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 2,30%. Já em Xangai, o Shanghai Composite avançou 0,86%, e na Coreia do Sul, o Kospi fechou em alta de 1,23%.
O Ministério do Comércio da China diz esperar novas rodadas de negociação e pressiona os EUA a “corrigir completamente” os aumentos unilaterais de tarifas impostos nos últimos meses.
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