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Reprodução/ Redes Sociais
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A China criticou, nesta segunda-feira (7), as ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa adicional de 10% a “qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas do Brics”.

A declaração de Trump ocorreu no momento em que o governo dos EUA se preparava para finalizar diversos acordos comerciais com outros países, antes do prazo final de 9 de julho para a imposição de “tarifas retaliatórias” significativas.

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Em resposta, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou, durante uma entrevista em Pequim, que o Brics é uma plataforma importante para a cooperação entre mercados emergentes e países em desenvolvimento.

“Tarifas não devem ser usadas como instrumento de coerção e pressão”, declarou Mao Ning. Ela ainda ressaltou que a comunicação dentro do Brics é aberta, inclusiva e orientada por uma “cooperação vantajosa para todos”, sem visar nenhum país em particular.


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A África do Sul, que chegou a receber tarifas de 30%, posteriormente suspensas enquanto aguardavam as negociações comerciais, reafirmou que “não é antiamericana”, segundo o porta-voz do Ministério do Comércio, Kaamil Alli, que acrescentou que as negociações com o governo dos EUA “continuam construtivas e frutíferas”.

Um porta-voz do Kremlin afirmou que a cooperação da Rússia com o Brics se baseia em uma “visão de mundo comum” e “nunca será direcionada contra terceiros países”, segundo informações da agência de notícias Reuters.