Fundação Padre Anchieta

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Montagem/TV Cultura | Fotos: Reprodução/Instagram @whitehouse e Ricardo Stuckert/PR
Montagem/TV Cultura | Fotos: Reprodução/Instagram @whitehouse e Ricardo Stuckert/PR

Em entrevista à jornalistas no jardim da Casa Branca na última sexta-feira (1º), Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode ligar para ele "a qualquer momento" para discutir tarifas e outros conflitos entre os países.

“Vamos ver o que acontece, eu amo o povo brasileiro", expôs o republicano. Essa é a primeira vez que o político expressa a possibilidade de dialogar sobre o assunto. A fala ocorre após a oficialização das tarifas de 50% aos produtos brasileiros na terça-feira (30).

A medida, que é justificada por Washington como uma resposta a ações do governo brasileiro que estariam afetando empresas e cidadãos americanos, entra em vigor no dia 6 de agosto.

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A Ordem Executiva considera que “a perseguição, intimidação, assédio, censura e processo politicamente motivado pelo Governo do Brasil contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e milhares de seus apoiadores são graves violações dos direitos humanos que minaram o Estado de Direito no Brasil”.

Em resposta à declaração de Trump, Lula declarou em uma publicação nas redes sociais que o Brasil "sempre esteve aberto ao diálogo".

“Neste momento, estamos trabalhando para proteger a nossa economia, as empresas e nossos trabalhadores, e dar as respostas às medidas tarifárias do governo norte-americano”, destaca.

Até o momento, o Governo Federal descarta adotar a reciprocidade de taxas contra os norte-americanos, dando preferência a redução de danos. O entendimento em Brasília é que uma eventual ação poderia acirrar a já tensa relação bilateral e prejudicar ainda mais a economia.

De acordo com Fernando Haddad, ministro da Fazenda, a gestão trabalha para calibrar as medidas do pacote de apoio aos setores afetados pela taxação, e para isso, conta com o apoio dos estados.

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Confira a avaliação de especialistas sobre o tarifaço no Jornal da Cultura: