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A farmacêutica brasileira EMS lançou a primeira versão nacional das "canetas emagrecedoras". O medicamento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro do ano passado para o tratamento da obesidade.

A versão nacional das canetas usa uma técnica mais rápida e barata de fabricação.

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Com a aprovação da Anvisa, o Olire pode chegar às farmácias, assim como outros laboratórios podem criar versões similares ou genéricas da substância.

O remédio, chamado de Olire, tem como princípio ativo a liraglutida. O medicamento é indicado para quem tem sobrepeso ou já é obeso. No entanto, não é permitido para menores de 12 anos.

A liraglutida pertence à mesma classe de medicamentos da semaglutida, do Ozempic e do Wegovy, e da tirzepatida, do Mounjaro.

“O Mounjaro, o Ozempic e o Wegovy, na verdade, são a mesma medicação, que é a Semaglutida - o mesmo princípio ativo. Mas o Wegovy é indicado para pessoas que têm obesidade, e o Ozempic é indicado para quem tem diabetes tipo 2. O que muda aí é a dosagem, a quantidade de miligramas que cada um vai ter”, afirmou a especialista Carolina Janovsky.

Além do Olire, para obesidade, a farmacêutica brasileira também vai lançar no mercado brasileiro o Lirux, que é a liraglutida na dosagem indicada para o tratamento do diabetes tipo 2.