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O Brasil figura entre os três maiores mercados do ChatGPT no mundo, ao lado de Estados Unidos e Índia, segundo o primeiro estudo da OpenAI sobre o país, divulgado nesta terça-feira (12).

De acordo com o relatório, os brasileiros enviam aproximadamente 140 milhões de mensagens por dia à ferramenta de inteligência artificial generativa, o que representa cerca de 5,6% do total global.

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Lançada em 2022, a plataforma já conta com mais de 700 milhões de usuários semanais no mundo e 5 milhões nas versões corporativas. 

Entre os usos mais frequentes no Brasil, estão a redação e comunicação (20%), aprendizado e capacitação (15%) e programação, ciência de dados e matemática (6%). Também aparecem ideação criativa (5%) e tradução (2%). O país está entre os cinco que mais utilizam a API do ChatGPT para desenvolver soluções personalizadas, com destaque para empresas como a varejista Bemol e a agrícola Solinftec.

O perfil do usuário é predominantemente jovem: 27% têm entre 18 e 24 anos, e 33% entre 25 e 34 anos. São Paulo concentra a maior parcela de usuários, seguido por Distrito Federal e Santa Catarina. Tocantins lidera em crescimento proporcional nos últimos 90 dias.

A OpenAI aponta que, no país, há uso mais intenso das funções de escrita e comunicação do que em outros locais, permitindo que profissionais produzam e-mails, textos de marketing e documentos em minutos. O estudo também cita um relatório da Microsoft, parceira e investidora da companhia, que mostra que 75% das micro, pequenas e médias empresas brasileiras são otimistas quanto ao impacto da inteligência artificial.

Apesar do tom positivo, a empresa reconhece que a tecnologia pode provocar a eliminação de funções, mas defende que também criará novas profissões e setores. “O desafio agora é escalar esses ganhos de forma equitativa e garantir que os benefícios cheguem a todos, não apenas aos que adotaram a tecnologia mais cedo”, afirma a OpenAI, avaliada em US$ 300 bilhões (R$ 1,6 trilhão).

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