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Reprodução/ Unsplash
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revisou para 6,3% a projeção de reajuste médio das tarifas de energia elétrica em 2025. O índice supera a expectativa de inflação oficial, de 5%.

Além do período de seca, o reajuste também é impulsionado pelo aumento de subsídios setoriais.

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“Os nossos reservatórios estão com um nível de recomposição pior do que nos últimos anos. E o outro fator são os aumentos de subsídios que temos tido na conta. A Aneel acabou de rever o valor da Conta de Desenvolvimento Energético e encontrou um acréscimo da ordem de 8 bilhões de reais”, afirmou Luiz Eduardo Barata, presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia.

A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) é o fundo de subsídios destinado a grupos como famílias de baixa renda, além de incentivar o setor energético.

“O CDE é um componente da tarifa de energia, criado para equalizar as tarifas de diferentes regiões, viabilizar subsídios cruzados entre consumidores e regiões, e para uma série de outras finalidades, como estimular novas fontes de energia renovável”, explica a professora do Instituto de Energia e Ambiente da USP, Virginia Parente.

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A alta na energia elétrica impacta consumidores residenciais, comerciais e industriais, gerando efeitos em cadeia sobre os preços.

Neste mês, a conta de luz já está mais cara devido à bandeira vermelha nível 2, aplicada por conta do período seco. Com o reajuste projetado pela Aneel, a melhor alternativa para os consumidores é controlar os gastos.