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Foto: Rosinei Coutinho/STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF

O segundo dia do julgamento do núcleo crucial da trama golpista começou na manhã desta quarta-feira (3). Hoje, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouve o advogado do ex-ministro da Casa Civil e da defesa e candidato a vice de Bolsonaro, Walter Braga Netto.

O primeiro a falar foi Matheus Mayer Milanez, advogado do ex-ministro do gabinete de Segurança Institucional, o GSI, Augusto Heleno. Milanez usou slides para dizer que houve impossibilidade de acessar as provas da Polícia Federal (PF) por conta do excesso de dados.

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O advogado ainda questionou a atuação do ministro do STF, Alexandre de Moraes, relator do caso, que teria assumido papel de investigar testemunhas.

Ele também argumentou que Augusto Heleno estava afastado da cúpula do poder, tendo perdido influência sobre Bolsonaro. O advogado defendeu a absolvição do general ao negar qualquer participação dele no plano de golpe de estado.

A segunda sessão de julgamento seguiu com um dos advogados de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Celso Sanchez Vilardi. Ele afirmou que não há provas da participação do ex-presidente na tentativa de golpe de estado.

O advogado de Bolsonaro também criticou a delação do tenente-coronel Mauro Cid. O outro advogado de ex-presidente, Paulo Amador Bueno, encerrou a defesa do ex-presidente no julgamento.

No final da manhã, Andrew Fernandes Farias, advogado do ex-ministro da defesa de Bolsonaro, Paulo Sergio Nogueira, tentou provar a inocência de seu cliente citando o depoimento de uma das testemunhas do processo.