Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (9) a Emenda Constitucional que altera regras para o pagamento de precatórios. O texto tem origem na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/23.

Com isso, estados e municípios podem pagar dívidas judiciais em parcelas menores e prazo maior para o pagamento das dívidas.

Leia mais: Luiz Fux diz que o STF não tem competência para julgar o golpe

Em relação ao governo federal, a nova regra vai retirar parte destes gastos do teto de despesas, para auxiliar o cumprimento da meta fiscal.

A partir de 2027, haverá ainda uma transição de 10 anos para que a união inclua os precatórios devidos na meta. Segundo a Câmara dos Deputados, serão quase R$12 bilhões a mais no limite de gastos do governo federal para 2026.

No entanto, a ação gerou repercussão em outros órgãos. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a emenda constitucional.

Segundo a entidade, as novas regras permitem que estados e municípios adiem indefinidamente o pagamento de precatórios já reconhecidos judicialmente. Para a OAB, a medida viola a coisa julgada, o direito de propriedade e compromete a autoridade do poder judiciário.