O Brasil é um dos países com potencial para liderar a transição energética do mundo, que é a mudança gradual da matriz usada para geração de energia, de fontes poluentes para renováveis.
Em setores da indústria e de serviços, como transporte, o Brasil ainda depende de combustíveis fósseis. Na geração de energia elétrica, a participação de fontes renováveis é quase 90%, sendo as hidrelétricas, que têm baixa emissão de poluentes, são a maioria.
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“Entre os países do G20, o Brasil é o que tem a maior participação de energias renováveis e também é uma grande economia. Tem, de fato, a problemática das hidrelétricas, que estão cada vez mais suscetíveis a eventos extremos e variação hídrica. Então, os modelos de futuro dizem que iremos gerar menos hidrelétrica do que prevíamos”, explicou Ricardo Baitelo, gerente do programa de Energia Elétrica IEMA.
Especialistas também ressaltam a necessidade da transição energética ser feita de forma justa, com processos de baixo impacto, inclusão da sociedade em debates e decisões sobre o tema e garantia de acesso a energia para todos.
A COP 30, que acontece em Belém, no Pará, debate o assunto e busca definir metas e ações necessárias para abandonar o uso de combustíveis fósseis.
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