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Reprodução | TV Cultura
Reprodução | TV Cultura

O Opinião da última sexta-feira (27) abordou a volta da valorização de corpos cada vez mais magros nas diferentes mídias.

Em depoimento ao programa, a influenciadora digital Dora Figueiredo relata que sua luta para atingir o corpo ideal parou de fazer sentido quando ela descobriu a relação dessa busca com o machismo.

"Comecei a perceber que isso não era o caminho que eu queria seguir quando eu entendi que essa luta para ter o corpo perfeito tirava o tempo das mulheres lutarem pelos seus direitos. Entendi que isso era parte de um sistema machista, e, a partir daí, olhei meu corpo como uma forma de luta", afirma. 

Após superar a luta contra a balança, Dora incorporou conteúdos relacionados ao bem-estar corporal em suas redes sociais. Segundo ela, é importante praticar aceitação com o próprio corpo ainda que se busque mais saúde física.

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"Eu acredito muito que a gente tem que olhar para o nosso corpo com carinho. A gente tem que se amar hoje, ser feliz com nosso corpo hoje, para a gente poder chegar no dia em que a gente vai ter uma vida que a gente quer, com o corpo que a gente quer, e a gente vai poder aproveitar. Porque, no fundo, se a gente deixar pra se amar só quando você tiver o corpo que você sonha, talvez você chegue lá, você tenha esse corpo, e talvez você não se ame", diz. 

Além da influenciadora, o Opinião desta semana contou com a presença da psiquiatra Ana Clara Floresi, colaboradora do Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e o professor de história da moda da FAAP João Braga

Assista ao programa na íntegra:

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