O Repórter Eco do último domingo (1º) destacou o trabalho e a volta do funcionamento do Santuário de Elefantes da Chapada dos Guimarães, no estado do Mato Grosso.
Em dezembro de 2025, a Secretaria do Meio Ambiente do MT suspendeu temporariamente a autorização para que o refúgio aceitasse novos elefantes, depois da investigação feita pelo Ibama sobre as mortes no local das fêmeas africanas "Pupy", de 35 anos, e "Kenya", de 44, trazidas da Argentina.
Após a suspensão das atividades, no dia 15 de fevereiro deste ano, o santuário voltou a ter a licença para acolher os animais. A vistoria do órgão ambiental comprovou que o recinto é adequado, não oferece riscos à saúde e possui profissonais qualificados para tratá-los.
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O trabalho do Santuário
O refúgio para os animais, criado por uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, integra um projeto internacional que acolhe e trata desses mamíferos muito inteligentes, que são nativos da Ásia e da África e não existem no continente americano.
Os elefantes foram resgatados já idosos e doentes. Eles sofriam maus tratos e eram explorados em circos, zoológicos e propriedades rurais.
O Brasil, país que proibe práticas cruéis contra os animais, decidiu participar do esforço mundial para recebê-los. A região do Cerrado foi escolhida como abrigo por ter características semelhantes às de uma savana.
Assista ao último Repórter Eco na íntegra:
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