Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Divulgação
Divulgação

A violência contra a mulher é uma dura realidade que afeta milhões de brasileiras, podendo se manifestar de diferentes formas: física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial.

Como emissora pública, comprometida com a educação, a cultura, a cidadania e os direitos humanos, a TV Cultura promove esta campanha de conscientização para reafirmar seu papel na construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária.

Nossa missão prioritária é garantir o acesso à informação, fortalecer iniciativas que promovam a proteção e reforçar a importância da denúncia e a busca por redes de apoio disponíveis em todo o país.

Em consonância com sua missão estatutária de promover a educação e a cultura como instrumentos de transformação social, a TV Cultura compreende que o combate à violência é uma emergência que convoca o seu papel de serviço público.

Ao se tornar alvo de qualquer tipo de violência, a mulher pode procurar serviços gratuitos e especializados para acolhimento, proteção, orientação jurídica e apoio emocional.

Confira, a seguir, os canais imediatos que podem ser acionados em casos de emergência e a rede de suporte disponível:

Canais de emergência e denúncia (âmbito nacional)

  • Polícia Militar (Ligue 190): acione a polícia se você ou alguém se encontra em situação de risco imediato e precisa de ajuda. A denúncia pode ser feita de forma anônima, 24 horas por dia.
  • Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180): utilize este número para fazer uma denúncia e receber orientações sobre serviços especializados. Atendimento gratuito, 24 horas por dia.

Delegacias e órgãos de proteção legal

As Delegacias de Defesa da Mulher (DDM/DEAM) realizam o registro de boletins de ocorrência, investigam os casos e solicitam medidas protetivas de urgência. Em alguns locais, é possível registrar a ocorrência de forma on-line, sem sair de casa. Procure na cidade em que se encontra.

Para assistência jurídica e acompanhamento dos direitos das vítimas, estão disponíveis:

Centros de acolhimento e atendimento psicossocial

Estes locais oferecem atendimento integrado com suporte psicológico, social e jurídico:

Ferramentas digitais e aplicativos de segurança

O auxílio da tecnologia na internet permite criar redes de proteção rápidas e discretas:

  • SP Mulher Segura (Estado de São Paulo): aplicativo oficial do Governo do Estado de São Paulo voltado para vítimas de violência doméstica. Suas principais funções incluem botão do pânico integrado à Polícia Militar, registro de boletim de ocorrência, acesso à rede de proteção estadual, acionamento rápido de emergência, geolocalização para envio de viaturas e integração com medidas protetivas.
  • PenhaS (Nacional): criado pelo Instituto AzMina, o aplicativo é amplamente reconhecido na rede de proteção às mulheres. Disponibiliza ferramentas como botão de pânico, envio silencioso de localização, gravação de áudio para fins de prova, "Manual de Fuga" para planejamento seguro, mapa de pontos de apoio e rede de acolhimento com escuta especializada. O sistema permite ainda o cadastramento de contatos de confiança para o recebimento de alertas imediatos em situações de risco.

Iniciativas que fortalecem a proteção e a autonomia das mulheres

  • Mapa do Acolhimento: rede colaborativa que conecta mulheres em situação de violência a profissionais voluntárias das áreas de psicologia e assistência jurídica. Também reúne informações sobre serviços e iniciativas de enfrentamento à violência contra as mulheres.
  • Espaço Feminismos Plurais: organização que promove ações de formação, conscientização e fortalecimento da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres, além de divulgar informações e recursos de apoio.
  • Instituto Maria da Penha: instituição dedicada ao combate à violência doméstica e familiar por meio de ações de conscientização, educação, pesquisa e promoção da autonomia feminina.
  • Justiceiras: projeto que atua na prevenção e no enfrentamento da violência de gênero, oferecendo atendimento multidisciplinar e acolhimento a vítimas de violência doméstica.
  • Nós por Elas: movimento que desenvolve campanhas de conscientização e iniciativas voltadas à prevenção e à erradicação da violência contra as mulheres, incentivando a mobilização da sociedade.
  • Casa da Mulher do Nordeste: organização que trabalha pelo fortalecimento da autonomia econômica, social e política das mulheres nordestinas, promovendo ações de desenvolvimento, direitos e cidadania.
  • Canal Angela: canal de apoio criado pelo Instituto Natura para orientar e acolher mulheres em situação de violência doméstica, oferecendo escuta qualificada e encaminhamento para a rede de proteção.
  • Casa Lili: projeto social localizado na Zona Leste de São Paulo que oferece acolhimento e apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social, com atenção especial às vítimas de violência doméstica.
  • Centro de Referência à Mulher Casa Eliane de Grammont: atendimento especializado à mulher para prevenção e enfrentamento da violência, promoção de direitos e fortalecimento da cidadania.

O combate à violência contra a mulher é um dever coletivo que exige a participação de toda a sociedade. A TV Cultura reafirma seu papel como emissora pública de comunicação, utilizando suas plataformas para informar, conscientizar e fortalecer a rede de proteção e apoio à cidadania.

Todos os serviços listados nesta página são públicos, gratuitos e sigilosos. Guarde esses contatos e baixe as ferramentas de segurança no seu celular. Em caso de emergência ou risco iminente, ligue imediatamente para a Polícia Militar (190) ou para a Central de Atendimento à Mulher (180).