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“Olha, música é a minha maior paixão e sempre foi, desde muito pequeno. Eu ia dizer, desde criança agora. Muito pequeno, porque meu pai me colocava ali entre os amplificadores da Vitrola, que eram enormes, e eu ouvia Beethoven, Richard Wagner, sei lá, Mussorgsky, Shostakovich... E eu tremia de emoção, mas eu tremia mesmo, chorava, tremia, desde muito pequeno.
E eu fui crescendo e as modalidades foram mudando, esses eu continuava ouvindo até que eu comecei a dirigir ópera e fui conhecendo compositores, como Philip Glass, enfim. Eu fui dirigir teatro e isso virou um componente, a música virou um componente muito importante no meu teatro porque a trilha sonora, de uma certa forma, é a base, é o bed, é a cama, é a cama em cima da qual os atores se mexem, vamos dizer, a coisa corporal, o movimento corporal”... – Gerald Thomas
FICHA TÉCNICA
“Alma Brasileira” tem apresentação de Marcelo Bratke e vai ao ar aos domingos às 11h
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