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Nos relatos de Mindinha, Villa-Lobos aparece como uma figura de imaginação inesgotável e hábitos pouco convencionais. Ela costumava contar que muitas ideias musicais surgiam nos momentos mais inesperados: durante uma conversa, em meio a uma caminhada ou mesmo no silêncio da madrugada. Nessas horas, o compositor interrompia tudo para anotar um motivo musical ou simplesmente corria ao piano para experimentar sonoridades. Mindinha recordava que ele trabalhava com rapidez impressionante, como se a música já estivesse pronta em sua mente.
Você neste programa:
Montagem sonora com as músicas: Se você jurar, com Ismael Silva / J`ai Deux Amour, com Josephine Baker / Vou ver se Posso, com Heitor dos Prazeres / Folies-Bergère de Paris, com Maurice Chevalier / e Cidade Maravilhosa, com Aurora Miranda
Heitor Villa-Lobos
Bachianas Brasileiras n. 1
Violoncelistas da Orquestra Filarmônica de Berlim
Heitor Villa-Lobos
Suíte A Floresta do Amazonas. Canção de Amor
Bidu Sayão (soprano).
Symphony of the Air
Heitor Villa-Lobos (regente)
Heitor Villa-Lobos
Prelúdio n. 3 e Estudo n.1
Andrés Segovia (violão)
Heitor Villa-Lobos
Petizada
Marcelo Bratke (piano)
Heitor Villa-Lobos
Choros n.5, Alma Brasileira
Yo-Yo Ma (violoncelo)
Kathryn Stott (piano)
ALMA BRASILEIRA
Domingo, 15 de março de 2026 às 11h
Apoio de produção: Marina Bertazzoni
Gravação e montagem: Altair Borges
Produção e direção: Ralf Schwarz
Roteiro e apresentação: Marcelo Bratke
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