Bach, na “Paixão Segundo São Mateus”, deixa claro que é uma peça para duas orquestras, mostrando com esse volume instrumental, a importância de reverenciar a data. É por isso inclusive, que com o surgimento da interpretação de época, na década de 1960, os estudiosos optaram por voltar com as pequenas formações, onde era possível perceber sutilezas harmônicas e contrapontísticas que, com uma orquestra com 50 ou 60 músicos, muitas vezes se tornam imperceptíveis.
Entre “Deus e o Rei – Os mundos paralelos de Bach e Haendel” é produzido e apresentado por Ralf Schwarz e vai ao ar aos sábados, às 09 da manhã.
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