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Na coluna desta quarta-feira (29), Atílio Bari comenta o livro “Teatro aberto: escritos de um diretor”, publicado em abril pela Editora Cobogó. O título foi organizado por Patrick Pessoa, encarregado de ordenar o material deixado por Aderbal Freire-Filho (1941-2023), um dos grandes diretores teatrais do Brasil e pensador das artes. O livro é uma coletânea de reflexões e textos que ele produziu para os programas das suas peças, tais como “Apareceu a Margarida”, “O tiro que mudou a história”, “As centenárias” e “O carteiro e o poeta”.
A mente do autor desses escritos se torna o objeto central da publicação e, de maneira descontínua, mergulha num amante da arte que criou companhias teatrais, dirigiu espetáculos em diversos locais do mundo e fez parte do reerguimento da SBAT, a centenária Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
Nas palavras de Atílio Bari, Aderbal Freire-Filho se debruçou também ao cinema, tornando-se espectador de sua própria produção e celebrando as performances: “é aquele que conhece o jogo, dispõe as peças, afina os movimentos e as intenções, mas os jogadores são aqueles que estão em cena”.
Estação Cultura
De segunda a sexta, das 10h às 12h, na Cultura FM
Produção e reportagem: Cirley Ribeiro
Apresentação: Teca Lima
Rádio Cultura FM
103,3 MHz
https://cultura.uol.com.br/rad...
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