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João Marcos Coelho apresenta dois concertos interessantes, porém pouco tocados para violino do século 20: o de Samuel Barber e principalmente o de Korngold, o rei das trilhas sonoras de Hollywood nos 30 e 40. Grande frasista, Korngold disse que compôs seu concerto para “um Caruso do violino, não para um Paganini”. Eles estão no recém-lançado álbum do violinista taiwanês Paul Huang e a Filarmônica de Londres. Tanto o norte-americano Samuel Barber, que morreu aos 70 anos, em 1981, quanto o austríaco Erich Wolfgang Korngold, que morreu em 1957 aos 70 anos, foram, de certo modo, marginalizados em relação à música dita contemporânea. Eram convencionais demais. Barber ficou famoso pelo adagio de seu quarteto de cordas, tocado na cerimônia fúnebre do presidente norte-americano John Kennedy. E o vienense Korngold frequentou duas situações opostas: enquanto viveu em Viena, foi considerado um prodígio e um dos mais promissores compositores jovens das primeiras décadas do século 20; fugindo do nazismo nos anos 30, desembarcou em Los Angeles e rapidamente conquistou fama como mestre das trilhas sonoras de Hollywood.
No repertório, o “Concerto para violino e orquestra em ré maior, opus 35”, de Erich Wolfgang Korngold; dois movimentos - o alegro molto inicial e o Presto in moto perpetuo final do “Concerto para violino e orquestra opus 14”, de Samuel Barber, com a Orquestra Filarmônica de Londres e Paul Huang ao violino.
Serviço
O Que Há de Novo
Quarta-feira, 26 de Agosto de 2026, às 22h00
Apresentação: João Marcos Coelho
Produção: Chico Carvalho
Assistência de produção: Gustavo Bitencourt
Montagem e sonoplastia: Roberto Rocha
Cultura FM
103,3 MHz
App: Cultura Play
www.cultura.fm.com.br
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