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O grupo começou por volta de 1980-1981 e foi ativo até 1985. O Sexo dos Anjos é dedicado ao repertório instrumental, com referências ao jazz, blues, além do choro e outros gêneros brasileiros. Seus integrantes são instrumentistas reconhecidos na cena musical do país.
Cerca de 40 anos depois, Luiz Brasil e Felipe Avila (violões), Cid Campos (baixo) e Guello (percussão) retomam o “Sexo dos Anjos” para rever seu repertório e começar a gravar seu primeiro álbum. Até então, eles contavam apenas com registros em K7 de sessões noturnas de gravação em estúdio, registros sonoros de shows e participações (em vídeo) no programa Fábrica do Som, da TV Cultura.
Integrado por amigos de longa data, o Sexo dos Anjos retoma a parceria para o lançamento em EPs de clássicos do repertório da banda, como “Canjerê”, de Eurico de Campos, avô de Cid, “Cipó”, de Luiz Brasil e Didi Carvalho, e “Maracajá”, de Felipe Ávila, todos programados nesta edição de “Supertônica”, no ar em 08 de junho de 2025.
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