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O desmatamento no cerrado em novembro chegou a 571,6 km². O número representa um aumento de 238% em relação ao mesmo período do ano passado (168,87 km²). Os dados são do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

É a maior taxa de desmatamento em novembro desde o início da observação da série histórica, que teve início em 2018. Naquele ano, foram desmatados 339,79 km² do bioma em novembro. Até então, o pior mês de novembro havia sido registrado em 2019, com 347,95 km².

Neste ano, já foram 7.402,81 km² do bioma devastados, sendo o maior número já registrado da série histórica, e é 12,6% maior que 2018, que era o pior ano.

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O Cerrado abrange cerca de 25% do território brasileiro, com uma área entre 1,8 e 2 milhões de km² espalhados pelos estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí e São Paulo e pelo Distrito Federal.

O estado que liderou o desmatamento no cerrado no mês passado foi o Tocantins, com 115,7 km² de vegetação devastados, seguido de Maranhão, com 113,8 km², e Minas Gerais, com 89,2 km².

A maior parte da destruição, cerca de 55% no bioma no período, aconteceu na região conhecida como Matopiba, que inclui, além de Maranhão e Tocantins, o Piauí e a Bahia. A área perdeu 315,7 km² no período.

Na última semana, o Inpe divulgou dados de outro sistema, o Prodes, que analisa o índice anual de desmatamento, e mostrou que de agosto de 2022 a julho de 2023 o desmatamento do Cerrado subiu 3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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