Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Reprodução/ Redes Sociais
Reprodução/ Redes Sociais

O mestre da xilogravura nordestina, José Francisco Borges, conhecido como J. Borges, morreu nesta sexta-feira (26), aos 88 anos. A informação foi confirmada pela família nas redes sociais.

Leia mais: Governo federal anuncia R$ 41,2 bilhões do Novo PAC para obras em mais de 700 municípios

J. Borges era natural de Bezerros (PE) e foi um dos maiores artistas do país com obras expostas em todo o Brasil, no Museu Louvre, de Paris, na França, e no acervo da Biblioteca Nacional de Washington, nos EUA.

O artista também fez exposições nos Estados Unidos, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e Cuba. E também participou da edição comemorativa dos 400 anos do D. Quixote, de Miguel de Cervantes, com uma versão em cordel da referida novela de cavalaria.

Borges, que produziu mais de 300 folhetos de cordel, chegou a ser comparado com Pablo Picasso em reportagem do jornal New York Times, em 2006. Suas xilogravuras ganharam admiradores de peso, como o escritor Ariano Suassuna.

Em nota, o governo de Pernambuco lamentou a morte do artista. “Em reconhecimento merecido pela sua contribuição com a cultura popular, através da xilogravura e na arte do cordel, J Borges é, eternamente, Patrimônio Vivo de Pernambuco”, diz o comunicado assinado pela Secretaria Estadual de Cultura de Pernambuco e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).

“No agreste pernambucano, a cidade de Bezerros abriga seu espaço Memorial J.Borges, onde o gravurista atuava, junto aos seus filhos e herdeiros de legado, e onde podem ser encontrados diversos exemplares das suas obras”, conclui a nota do governo.

Leia também: Contas públicas têm déficit de de 68,7 bilhões no primeiro semestre de 2024, pior resultado desde 2020