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Montagem/TV Cultura
Montagem/TV Cultura

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, nesta quarta-feira (2), o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (Salve). A plataforma, que aponta os animais em risco de extinção no Brasil, contabilizou 364 espécies classificadas como Criticamente em Perigo (CR).

Das quase 15 mil espécies avaliadas, 5.513 possuem ficha publicada e 1.253 estão em alguma categoria de ameaça.

Na categoria de maior risco, atribuída pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), encontram-se inúmeros animais significativos da fauna brasileira.

Veja algumas das espécies mais ameaçadas:

- Pica-pau-amarelo (Leptasthenura platensis)
- Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)
- Pato-mergulhão (Mergus octosetaceus)
- Muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus)
- Piracanjuba (Brycon orbignyanus)
- Cação-listrado (Mustelus fasciatus)
- Tubarão-rabudo (Alopias vulpinus)
- Aruá-do-Mato (Megalobulimus cardosoi)
- Sapo-de-chifres (Proceratophrys sanctaritae)
- Tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea)
- Jararaca-ilhôa (Bothrops insularis)
- Falsa-aranha-violino (Drymusa spelunca)

Como acessar a plataforma SALVE?


Foto: Reprodução/SALVE 

Sendo elaborada desde 2016, a plataforma pode ser acessada a qualquer momento, por qualquer pessoa. Para isso, basta utilizar a ferramenta de busca inserindo o nome da espécie pretendida. Na sequência, aparecerá dados vinculados ao animal, como grupo, categoria, última atualização da avaliação, estados, bioma, classificação taxonômica, distribuição, história natural e população.

Para acessar a Plataforma SALVE, clique aqui.

Proposta da iniciativa


Foto: Reprodução/ICMBio/Rebeca Hoefler

De acordo com nota do ICMBio, um dos principais objetivos é tornar essas informações mais acessíveis, contribuindo para a geração de conhecimento e implementação de políticas públicas voltadas à conservação da biodiversidade.

“Agora, nosso objetivo não é simplesmente fornecer a informação, mas usá-la como instrumento de política pública, inclusive nas empresas, para evitar que haja espécies ameaçadas e principalmente espécies já extintas. Essa é a grande finalidade do qual esse trabalho aqui faz parte”, afirmou o presidente do ICMBio, Mauro Pires, durante coletiva em Brasília. 

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Já o analista ambiental do ICMBio, Rodrigo Jorge, destacou que o mecanismo poderá fornecer informações relevantes sobre os locais onde empreendedores planejam realizar instalações e, consequentemente, auxiliar na tomada de decisões para a preservação ambiental.

“O Brasil é reconhecido mundialmente por abrigar a maior biodiversidade do planeta, e a partir da atualização e disponibilização desses dados será possível reforçar a implementação de ações que promovam a conservação da nossa fauna”, disse o analista.

Foto: Reprodução/SALVE

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