O grupo terrorista Hamas aceitou uma proposta de cessar-fogo com Israel em negociação mediada pelo Egito e pelo Catar, na segunda-feira (18). Israel ainda não se pronunciou sobre o acordo.
O plano prevê uma trégua de 60 dias nas operações militares, a libertação de reféns israelenses em troca de prisioneiros palestinos e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
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Na segunda-feira, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que o Hamas está sob pressão e destacou que qualquer acordo deve incluir o desarmamento do grupo.
A proposta surge após milhares de israelenses protestarem em Tel Aviv, no fim de semana, pedindo que o governo aceite um novo acordo para garantir a libertação dos reféns e o fim da guerra.
Os manifestantes também temem que a ofensiva militar em Gaza, aprovada por Netanyahu na semana passada, aumente os riscos para os reféns ainda sob controle do Hamas.
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A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para o agravamento da crise humanitária, marcada pela escassez de alimentos, água potável e atendimento médico. Segundo o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, mais de 60 mil palestinos já morreram desde o início do conflito, que se aproxima de dois anos.
Cessar-fogo entre Hamas e Israel avança com mediação do Egito e do Catar.
— Jornalismo TV Cultura (@jornal_cultura) August 19, 2025
Ontem, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que o Hamas está sob pressão e que qualquer acordo precisa incluir o desarmamento do grupo extremista.#SomosCultura#JornalDaTarde #JT #Embate #Paz pic.twitter.com/jRFgE2wUWa
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