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Reprodução/ Petlove
Reprodução/ Petlove

Os casos de obesidade entre animais de estimação têm aumentado, segundo um estudo realizado com tutores e veterinários.

A pesquisa, feita em oito países, incluindo o Brasil, mostra que 95% dos especialistas relataram crescimento nos índices de obesidade dos pets nos últimos anos.

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Na maioria dos casos, o problema está associado ao excesso de alimentação e à redução significativa da atividade física. Animais que antes brincavam ou desempenhavam funções de guarda, hoje passam mais tempo dentro de apartamentos, muitas vezes apenas dormindo.

O estudo também aponta que metade dos tutores relata dificuldades em manter seus animais ativos. Além disso, 60% admitem oferecer petiscos quando percebem que os bichos estão tristes, entediados ou solitários.

“A forma como lidamos com a comida tem muito a ver com nosso estilo de apego e com as histórias que vivemos em relação ao conforto que o alimento nos trouxe. Ou seja, aquilo que nos faz felizes, muitas vezes queremos que o animal também sinta”, explica Deusivania Falcão, psicóloga e professora da Universidade de São Paulo (USP).

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“As desordens osteoarticulares são muito comuns, assim como alterações cardiorrespiratórias, dificuldade de respirar e de realizar trocas gasosas. Animais obesos também apresentam déficit imunológico e maior dificuldade para responder a determinadas doenças”, afirma Thiago Vendramini, professor do Departamento de Nutrição e Reprodução Animal da USP.

Manter uma rotina de atividades físicas e uma alimentação equilibrada é fundamental, mas as consultas veterinárias regulares também são essenciais, já que a obesidade nem sempre está ligada apenas a maus hábitos.