O Exército de Israel convocou 60 mil reservistas e anunciou que a invasão da Cidade de Gaza, onde vivem mais de 1 milhão de palestinos, teve início.
Enquanto parte da população tenta fugir, milhares de pessoas decidiram permanecer e se mobilizaram em protestos contra a ocupação militar. Elas alegam que não há para onde escapar, já que a região está praticamente destruída. Adultos e crianças carregavam cartazes com frases como “Parem o genocídio” e “Salvem-nos”.
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Centenas de palestinos receberam ordens para se deslocar para o sul, à medida que Israel avança nos preparativos para tomar a cidade.
Durante uma conferência em Yokohama, no Japão, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo na Faixa de Gaza e a libertação dos reféns. Ele ainda acusou Israel de violar as leis internacionais ao estender a ocupação dos territórios palestinos.
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Familiares responsabilizaram o governo israelense pela morte de pelo menos 42 reféns, capturados vivos pelo Hamas. Em um manifesto, afirmaram que amigos, filhos e irmãos morreram devido à pressão militar e ao atraso na assinatura do acordo de cessar-fogo. Eles exigem um fim ao sacrifício de reféns, soldados e civis palestinos.
O Exército de Israel convocou 60 mil reservistas e disse que a invasão da cidade de Gaza, onde vivem mais de 1 milhão de palestinos, começou. Parte da população de Gaza tenta fugir. Há relatos de bombardeios durante o dia e à noite.
— Jornalismo TV Cultura (@jornal_cultura) August 21, 2025
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