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Em Jerusalém, seis pessoas morreram e 40 ficaram feridas, duas em estado grave, num ataque a tiros contra um ponto de ônibus, ao lado de um terminal, nesta segunda-feira (8). Dois agressores foram mortos por policiais e por civis armados.

Uma câmera de segurança registrou a movimentação quando o tiroteio começou. Segundo informações preliminares, os dois suspeitos mortos chegaram de carro e atiraram contra o ponto de ônibus, em um cruzamento entre Jerusalém ocidental e o lado oriental da cidade.

O lugar é movimentado, pois fica perto de um grande assentamento israelense ilegal, nos territórios ocupados da Palestina. A polícia isolou a área e investiga se houve outros envolvidos.

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Vários líderes mundiais condenaram o atentado, entre eles, o presidente francês, Emmanuel Macron, que anunciou o reconhecimento do Estado Palestino. O líder disse que "a espiral de violência precisa acabar e que só uma solução política trará paz e estabilidade à região".

Na cidade de Gaza, segundo as Nações Unidas, a média de palestinos assassinados pelo Exército Israelense a cada 24 horas passa de 100. Os feridos são cerca de 400.  

Israel está bombardeando o que restou dos prédios em Gaza um a um. Nos últimos dias, foram três. O governo israelense afirma que os edifícios abrigam instalações do Hamas.

Amigos e familiares dos reféns ainda mantidos em cativeiro pelo grupo palestino acusam o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de traição por ele se recusar a assinar o acordo de cessar-fogo.

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