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Reprodução/ Unsplash
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Um equipamento capaz de detectar cheiros que o ser humano não consegue perceber pode ajudar a evitar novos casos de intoxicação por bebidas adulteradas.

Desenvolvido por pesquisadores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o “nariz eletrônico” utiliza inteligência artificial (IA) para identificar a presença de substâncias como o metanol em bebidas alcoólicas.

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“Você tem, de um lado, um equipamento, um leitor de amostras que nós chamamos de nariz eletrônico e, de outro, modelos de inteligência artificial. O leitor de amostras literalmente converte o cheiro em dados. São cheiros que nós, humanos, não somos capazes de sentir, por uma limitação olfativa”, explica Leandro Almeida, professor do Centro de Informática da UFPE.

A tecnologia está em fase de testes em empresas e deve chegar ao mercado nos próximos meses. O objetivo é disponibilizar o dispositivo para o consumidor final em bares, restaurantes ou até para uso pessoal.

O nariz eletrônico existe há mais de dez anos, mas o foco em bebidas alcoólicas começou recentemente, com o aumento dos casos de intoxicação por metanol em todo o país. A expectativa é que a nova versão do dispositivo ajude a reduzir os riscos de intoxicação e garanta mais segurança na hora do consumo.

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