Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Montagem/TVCultura | Fotos: Erbs Jr.
Montagem/TVCultura | Fotos: Erbs Jr.

O Arena dos Saberes desta quinta-feira (30) recebe o reitor do Santuário Cristo Redentor no Corcovado, Padre Omar, que fala sobre a importância das mulheres para a construção do Cristo Redentor e como ele enxerga o poder da religião diante de um cenário mundial tão polarizado. O programa também tem a participação da atriz Marcella Muniz, que conta detalhes de sua nova peça, Água Fresca para as Flores.

No dia 12 de outubro, o Cristo Redentor, símbolo do Rio de Janeiro, completou 94 anos. Relembrando a data, Gabriel Chalita pergunta ao padre sobre a história do monumento e ele comenta que foi uma construção idealizada por ocasião do centenário da Independência do Brasil em homenagem à Princesa Isabel, a Redentora, em 1922.

Leia mais: Castelo Rá-Tim-Bum está de volta em três vídeos inéditos; assista!

Na edição, o sacerdote ainda opina sobre a polarização atual do mundo e a separação de relações, entre família e amigos, a partir da política.

Para ele, as pessoas intolerantes, centrais nas divisões políticas, não são capazes de praticar a empatia. “Então, seja do indivíduo às questões geopolíticas internacionais, que também estão em pé de guerra, tudo isso tem uma dimensão transversal que é evidenciada pela zona de conflito, pela guerra, pela tensão”, comenta.

No quadro Terceiro Sinal, a atriz Marcella Muniz, em cartaz com o monólogo Água Fresca para as Flores, compartilha sua experiência na peça que é inspirada pela narrativa de mesmo nome, escrita pela francesa Valérie Perrin.

A protagonista, Viollete, passa por muitas adversidades na vida, mas leva tudo com muita leveza. Diante disso, a atriz decidiu acrescentar a visão budista em sua versão da apresentação e destaca a conexão com o público.

“Eu falo que a Violette virou uma rede de apoio. [...] Eu recebi gente de Recife que veio só para ver a peça. [...] Eu já recebi depoimentos de falar assim: ‘Minha filha, muito obrigada. Eu agora tô entendendo mais o luto.’ ‘Minha filha, muito obrigada. Eu agora entendo mais uma relação tóxica.’ ‘Eu entendo mais uma perda.’ E isso, para mim, é meu maior patrocínio”.

Leia também: Palmeiras x LDU: veja horário e onde assistir ao duelo de volta da semifinal da Libertadores