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Em1824, quando escreve o Quarteto n. 14, D. 810, Schubert conta com apenas 27 anos, mas já carrega uma sentença de morte: ele está nos estágios avançados da sífilis. O compositor escreve uma carta ao amigo Kupelwieser na qual chega a dizer: “Sinto-me o homem mais infeliz e miserável do mundo, cuja saúde nunca mais será restaurada".
“Nos últimos tempos Schubert estava se afastando das pequenas formas para buscar o grande estilo de Beethoven. Ele não queria apenas entreter; queria criar monumentos, mas o estado de espírito e de saúde o fizeram voltar à, talvez, forma mais íntima de todas: o quarteto para dois violinos, viola e violoncelo. A obra que escreve herda o nome do lied (canção) que ele escreveu em 1817, baseado no poema de Matthias Claudius”, apresenta Baldini.
Neste programa, diversas versões interpretativas para esta emblemática obra do Romantismo, peça icônica de Franz Schubert.
Repertório
Franz Schubert
A Morte e a Donzela, op. 7 n. 3, D. 531
Dietrich Fischer-Dieskau (barítono). Gérald Moore (piano)
Quarteto de Cordas nº 14 em ré menor, D. 810 – A Morte e a Donzela
Quarteto Hagen
Quarteto Italiano
Quarteto Artemis
Quarteto Takács
Contrastes
Domingo, 26 de abril de 2026, às 13 horas
Reapresentação: sábado, 25 de abril de 2026, às 22 horas
Apresentação e roteiro: Emmanuele Baldini
Produção: Bruno Lombizani
Estágio em produção: Mavi Parras e Gustavo Gomes
Direção: Julio de Paula
Rádio Cultura FM
FM – 103,3 MHz
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