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Reprodução/Redes sociais
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Os três policiais rodoviários federais acusados de matar Genivaldo Santos, durante uma abordagem, estão presos e foram encaminhados para o Presídio Militar de Sergipe, em Aracaju. Os policiais se apresentarem voluntariamente nesta sexta-feira (14) à Polícia Federal, cinco dias após o MPF oferecer denúncia à Justiça.

Genivaldo morreu em Umbaúba, cidade sergipana, após uma abordagem de policiais rodoviários federais por estar pilotando uma moto sem capacete. Durante a ação, o homem foi trancado no carro e os agentes colocaram gás lacrimogênio dentro do veículo.

Segundo laudo do IML (Instituto Médico Legal), a causa da morte foi "insuficiência aguda secundária a asfixia".

William de Barros Noia, Kleber Nascimento Freitas e Paulo Rodolpho Lima Nascimento foram os policiais que participaram da ação e foram indiciados pela Polícia Federal por abuso de autoridade e homicídio qualificado por asfixia e sem meios de defesa.

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Antes de irem para o Presídio Militar de Sergipe, os três passaram por exame de corpo de delito no IML e uma audiência de custódia.

Relembre o caso

Em maio deste ano, Genivaldo foi colocado dentro da viatura com um gás, ao que parece ser lacrimogênio. Ele permaneceu no veículo a força pelos agentes públicos. Segundo laudo do IML, a causa da morte foi "insuficiência aguda secundária a asfixia".

Segundo testemunhas, ele foi abordado em uma blitz na rodovia BR-101, enquanto pilotava uma motocicleta.

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