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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta segunda-feira (21) que o governo do presidente Donald Trump não está com pressa para firmar acordos comerciais antes de 1º de agosto, data em que entram em vigor as chamadas “tarifas recíprocas” sobre produtos importados de diversos países.

De acordo com Bessent, a prioridade do governo americano é garantir a qualidade dos acordos, e não fechar negociações às pressas antes do prazo. “Não vamos nos apressar só para fechar acordos”, disse ele em entrevista à emissora norte-americana CNBC.

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Questionado sobre a possibilidade de adiar a aplicação das tarifas em casos de negociações avançadas, Bessent afirmou que essa decisão cabe exclusivamente ao presidente Trump.

“Veremos o que o presidente decidir. Mas, novamente, se mantivermos a tarifa prevista para 1º de agosto, acredito que um nível tarifário mais alto pressionará ainda mais esses países a buscarem acordos melhores”, destacou.

Ao comentar a situação com a China, que há poucos meses firmou um acordo de trégua com os EUA nas disputas tarifárias, o secretário afirmou que haverá “conversas em um futuro próximo”.

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“Acredito que o comércio está em um bom momento e que agora podemos começar a tratar de outras questões. Infelizmente, os chineses (…) são grandes compradores de petróleo iraniano e russo sancionado”, acrescentou.

O governo brasileiro tem realizado uma série de reuniões com o setor privado para elaborar estratégias de reação às tarifas. Em um primeiro momento, a ideia era tentar resolver o impasse até o dia 31 de julho, conforme afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.