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Divulgação | The Economist
Divulgação | The Economist

Às vésperas do julgamento de Jair Bolsonaro, marcado para começar na terça-feira, 2 de setembro, a revista The Economist fez uma capa com a imagem do ex-presidente.

Na imagem, a revista colocou Bolsonaro fantasiado, numa referência ao "Viking do Capitólio", que virou símbolo da invasão do Congresso dos Estados Unidos.

A reportagem de uma das revistas mais importantes do mundo é sobre "o que o Brasil pode ensinar à América". Ao longo do texto, o veículo afirma que "o Brasil oferece aos Estados Unidos uma lição de maturidade democrática".

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A capa com Jair Bolsonaro fantasiado ilustra a comparação que a reportagem da revista inglesa faz entre os desdobramentos, até aqui, do que deve acontecer com os invasores das sedes dos Três Poderes, em Brasília, e os invasores do congresso em Washington, e seus respectivos líderes, Bolsonaro e Donald Trump.

O ex-presidente Bolsonaro e mais sete militares vão responder por cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de estado, tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.

Dos que invadiram de fato os Três Poderes, 638 foram julgados e condenados. Outros 500 que tiveram participação secundária fizeram acordos com a justiça.

Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump, que chegou a ser acusado de incitar os seus seguidores, reeleito, concedeu clemência a cerca de 1.600 investigados pela invasão do Capitólio.

Entre os beneficiados, o que ganhou fama, Jacob Chansley, invadiu o prédio do Congresso americano com chifres de búfalo, que nos Estados Unidos representam poder e liberdade. Essa é a referência da capa para comparar as duas invasões e as tentativas de reverter eleições vencidas nas urnas.

Em mais um movimento de tensão jamais visto das instituições democráticas, Trump também deu início ao que ele mesmo chamou de "acerto de contas". Entre perseguições e ameaças a adversários, o presidente norte-americano já mandou demitir 20 promotores relacionados ao processo de 6 de janeiro.