O FBI procura o atirador que assassinou o ativista da extrema direita Charlie Kirk. O homem foi baleado durante um evento na Universidade Utah Valley, reduto da ala mais conservadora do partido republicano.
A polícia disse que já tem um vídeo do agressor. O FBI chegou a deter e a interrogar um suspeito que foi liberado por falta de provas.
Segundo agentes do FBI, a caça ao atirador é urgente, uma vez que as provas do crime tendem a ficar menos evidentes com o passar do tempo.
Os investigadores estão inspecionando vídeos, o lugar onde Charlie Kirk foi morto e os arredores. Eles trabalham também com a hipótese de que o assassino tenha atirado à distância, de uma laje, de um teto ou de um local alto.
Charlie Kirk tinha 31 anos, mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais, era casado e tinha dois filhos pequenos. Aos 18 anos, fundou a organização "Turning Point" para difundir ideias conservadoras.
A partir de 2016, se tornou apoiador de Donald Trump. Entre 2020 e 2024, participou ativamente das campanhas a favor do republicano.
Na pandemia, era contra as vacinas e espalhava informações contra a ciência. Kirk também divulgava fake news sobre as eleições, afirmando que Trump foi roubado em 2020. Ele ainda participou e mobilizou os seus seguidores na invasão e depredação do Capitólio, no dia 6 de janeiro de 2021.
O presidente Donald Trump condenou o assassinato do aliado político e culpou a "esquerda radical" pelo crime, sem apresentar provas.
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