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Flickr/ Palácio do Planalto
Flickr/ Palácio do Planalto

Na noite da última sexta-feira (5), Jair Bolsonaro (sem partido) teve conversa com apoiadores e admitiu que pode tomar a vacina contra a Covid-19 futuramente. Mesmo assim, o presidente afirmou que já está protegido por ter sido contaminado em julho do ano passado.

“Eu já tive o vírus vivo, então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, lá na frente, depois que todo mundo tomar... Se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, eu tomarei”, disse o presidente a apoiadores.

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O presidente mudou o tom ao falar sobre a vacinação. Em dezembro, em um evento em Porto Seguro, ele afirmou que não tomaria a vacina e ainda criticou a obrigatoriedade da imunização. Foi neste mesmo discurso que ele falou de possíveis efeitos colaterais, como “virar jacaré” e que viralizou nas redes sociais.

Desde o início da campanha de vacinação, que começou no final de janeiro, o presidente acumulou declarações contrárias a imunização. Até mesmo quando Antonio Barra Torresquis, diretor-presidente da Anvisa, o convidou para tomar uma dose, Bolsonaro declinou o convite.

A declaração feita ontem a noite foi a primeira vez que o presidente deu pistas de que pode tomar a vacina contra o novo coronavírus futuramente.

Vacinação no Brasil

A campanha nacional de imunização vacinou 7.941.173 pessoas até a noite da última sexta-feira com, pelo menos, a primeira dose. Isso é o equivalente a 3,75% da população do país.

Ao todo, 2.611.071 pessoas receberam as duas doses da vacina, de acordo com recomendação dos laboratórios que produzem a CoronaVac e a Oxford/AstraZeneca. O número corresponde a apenas 1,23% da população do Brasil.