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A hipótese de algum asteroide atingir a terra está descartada, pelo menos até 2052, como se chegou a prever nas avaliações iniciais do Gabinete de Defesa Planetária da ESA. Porém, segundo a organização, 1.400 elementos espaciais “flutuantes” estão classificados como de risco. Mas, nós sabemos o que pode acontecer com o planeta Terra caso ele seja atingido por um asteroide?

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As características do asteroide, o ângulo da trajetória, a potência das ondas de choque e o terreno de impacto são fatores que determinam o nível dos danos causados pelo embate de tais elementos rochosos com a Terra.

Uma das variáveis ​​a considerar é a quantidade de energia cinética que será transferida para a superfície terrestre. Há uma enorme quantidade de energia libertada na forma de uma onda de choque, com o embate.

A potência dessa onda de choque dependerá da massa e velocidade com que o asteroide atinge a Terra, bem como do terreno afetado.

A composição e a densidade de um asteroide são os fatores que também devem ser considerados. A grande maioria dos asteroides que atingiram a atmosfera terrestre têm uma composição rochosa, que são tipos mais propensos a quebrar antes de atingir a superfície do nosso planeta, com os danos a dependerem do tamanho do fragmento.

Os metálicos, outro tipo mais raro, porém mais perigoso, têm maior densidade e são mais resistentes à passagem pela atmosfera. Por terem maior probabilidade de atingirem a superfície intacta, poderão resultar em meteoritos maiores e em mais prejuízos.

O local de impacto também é um fator crucial. Embora à primeira vista se possa associar aos oceanos menores danos, o embate de um asteroide poderá gerar a formação de ondas gigantes nas proximidades e atingir cidades costeiras.

Se o asteroide impactar uma massa terrestre, além da enorme onda de choque, serão libertadas grandes quantidades de partículas na atmosfera, causando sérios danos ambientais à escala global e extinções em massa.

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