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Os líderes do G7, que reúne as sete democracias mais industrializadas do mundo, acusaram Moscou na última quarta-feira (10) de “colocar em risco” a região em torno da usina nuclear de Zaporíjia, ocupada pelas tropas de Putin na Ucrânia.

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Especialistas acreditam que os riscos de um acidente nuclear que superaria a catástrofe de Chernobyl, uma ameaça que o Exército russo estaria consciente.

Na noite da última terça-feira (9), a operadora ucraniana Energoatom informou que as forças russas se preparavam para conectar a usina nuclear de Zaporíjia, a maior da Europa, à Crimeia, península anexada por Moscou em 2014.

Porém, desviar a produção de energia para o sul da Ucrânia é uma operação arriscada, segundo especialistas, no momento em que a central nuclear de Zaporíjia se encontra no meio do fogo cruzado.

Desde o início da guerra, a central nuclear é utilizada como base militar e esconderijo para tropas russas.

Os últimos anúncios do Exército russo informam que os militares presentes na usina estão conscientes dos riscos. Eles informaram sobre a instalação de minas terrestres em todos os seis reatores de Zaporíjia.

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