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Decisão da Justiça do Trabalho afastou, nesta segunda-feira (11), Sergio Camargo da gestão de servidores da Fundação Palmares. Camargo é presidente da instituição desde 2019 e, agora, está impedido de exonerar ou nomear pessoas para cargos.

A medida foi tomada pelo juiz Gustavo Carvalho Chehab, da 21ª Vara do Trabalho de Brasília e atende, de forma parcial, pedido do Ministério Público do Trabalho, que denunciou Camargo, em agosto, por assédio moral.

Em ação, o MPT aponta que depoimentos de ex-funcionários, servidores públicos concursados, comissionados e empregados terceirizados demonstram a existência de perseguição política-ideológica dentro da Fundação. Na época, por meio do Twitter, Camargo assumiu que exonera pessoas que considera "esquerdistas" e nomeia "conservadores" para os cargos. Segundo ele, o ato é "prerrogativa" de sua posição como presidente da instituição.

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Chehab afirmou, na decisão, que medida visa “coibir eventuais práticas tidas, a princípio, como abusivas”. Ainda, Sergio Camargo de se manifestar em redes sociais contra ex-funcionários da fundação.

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O site da TV Cultura procurou a Fundação Palmares em busca de posicionamento sobre o assunto, mas não obteve retorno até o momento.