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Divulgação/Governo do Estado de São Paulo
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

O ex-governador de São PauloJoão Doria (PSDB), anunciou na manhã desta segunda-feira (23), a desistência da candidatura à Presidência da República. E agora ele volta a ser governador? 

De acordo com a assessoria de imprensa de Doria, disputar outro cargo nas eleições e até mesmo o retorno ao Governo de São Paulo, ainda não é uma opção para o tucano. Contudo, o registro de candidatura pode ser apresentado à Justiça Eleitoral até o dia 15 de agosto, porém Doria deve voltar à iniciativa privada.

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O cargo de governador de São Paulo permanece com Rodrigo Garcia (PSDB), eleito como vice-governador na chapa com João Doria nas eleições de 2018. O mandato se encerra em 31 de dezembro deste ano.

“Entendo que não sou a escolha da cúpula do PSDB”, disse. “Me retiro da disputa com o coração ferido, mas com alma leve”, declara João Doria.

Líderes do partido queriam a retirada do nome de Doria para que a sigla possa apoiar uma candidatura única chamada de 3ª via.

A decisão do ex-governador de São Paulo de desistir do Palácio do Planalto tem muita ligação com a verba que seria destinada à sua campanha. Com a indicação da terceira via, formada por MDB, PSDB e Cidadania, com a senadora Simone Tebet (MDB), a verba de R$ 2,5 milhões do fundo eleitoral do partido seria redirecionado para ela. Doria precisaria tirar do próprio bolso para continuar na disputa.

Em contrapartida o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, havia enviado uma carta aos líderes do partido na qual confirmava que o ex-governador de São Paulo, João Doria, tinha a garantia da candidatura à Presidência. No entanto, não aconteceu com a desistência do tucano.

"Venho, por meio desta, reafirmar que o candidato a presidente da República pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) é o governador do Estado de São Paulo, João Doria, escolhido democraticamente em prévias nacionais realizadas em novembro de 2021", afirma Bruno Araújo, na carta em que se dirige a Marco Vinholi, presidente paulista do partido.

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